Carta para Elisabete

O dia a dia de uma bipolar. O filme mostra somente alguns momentos. Não retrata, por exemplo, como um maníaco-depressivo se vira pra trabalhar, se relacionar com amigos e família ou estudar. Também achei que as variações de humor, bem como a passagem entre elas, foram retratadas de forma amena, bem amena! Mas dá pra ter uma ideia de como é estar cheio de energia pra tudo e de uma hora pra outra ver essa energia se esvaindo, e vice-versa. Com todo respeito que tenho pelos deprimidos (pois também passo pela fase depressiva), posso dizer que se a depressão pura leva alguém ao fundo do poço, a que acomete um maníaco-depressivo o leva abaixo disso. Sem diminuir em nada o sofrimento da depressão pura, eu digo que descer da normalidade para o abismo não chega a ser tão violento quanto descer das nuvens para o abismo. A queda é muito maior, mais assustadora e tem consequências absurdamente mais violentas. Whatever, todos os transtornos são avassaladores e Deus dá a cruz que cada um consegue suportar.

Direção: Dirce Roberta e Gabriela Carmona
Produção Executiva: Patricia Galvão Zolin
Roteiro: Gabriela Carmona
Câmera: Luiz Junior
Edição e finalização: Júlio César Gonçalves
Produção: Flavia Delazzari, Patricia Galvão Zolin e Eduarda Negrini

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Sobre a dona do blog

Pecadora redimida por Aquele que morreu na cruz e ressurgiu. "Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó." Salmos 103:14
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