Me amem ou me odeiem. Não quero meio termo.

Leiam meu Twitter, meu Facebook, meu Blog, me escutem, me vejam, pensem, comentem, falem bem, falem mal, falem bem na minha frente e depois falem mal pelas minhas costas, compartilhem, odeiem, amem, elogiem, critiquem, esperneiem, estrebuchem, sufoquem, julguem, compadeçam-se, contem para seus pais e suas mães, contem para seus pastores, mostrem para seus amigos e irmãos, tirem conclusões sem me conhecer, percam-se sem saber porque eu faço o que eu faço ou falo o que falo ou escrevo o que escrevo, morram, me tomem como inimiga, danem-se, me tomem como amiga, gostem, desgostem, ponham a carapuça, ignorem se quiserem, me acalmem, me irritem, me matem, tanto faz… mas me deixem em paz. Deus é quem sabe das minhas dores e se não ajudam, pelo amor de Deus não atrapalhem!

Às vezes dá vontade de ficar assim. O bom é que vontade passa e Deus me dá  força pra continuar subindo.

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“… só.”*

Muitas vezes somos levados a pensar que o vigor da vida está na agitação, nos tumultos. Erramos! Necessitamos obter a força em momentos de quietude. Para que um lago reflita o céu, precisa estar plácido. Nosso Senhor Jesus Cristo amava muito estar com as pessoas mas por vezes vemos os relatos de que Ele se retirava para orar sozinho. Nos deixou o exemplo de que aqui e ali precisamos fugir da multidão e retomar a arte da meditação, da contemplação da beleza. Que possamos, em meio ao agitado mundo de hoje, encontrar o nosso lugar secreto, o nosso cantinho de silêncio, para onde possamos nos retirar e estar à sós com o Criador desfrutando de Sua bendita presença e contemplando Suas riquezas espirituais. Como será salutar às nossas vidas se aprendermos cultivar o hábito do silêncio!

“E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.” (Mt 14:23)

* Escrito por mim para o blog micronacionalista “A Alvorada Imperial” em Domingo, 28 de dezembro de 2008.

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