O suficiente não se esvai

Gelo gela, derrete, se liquefaz. Fumaça some, se desfaz. E assim começa 2017: derretendo, sumindo no ar.

Com estas palavras eu comecei 2017, dadas certas circunstâncias fumacentas e frias. Tudo que era bonito e festivo parecia escorrer sem chance de retenção, parecia evaporar. Curiosamente algumas coisas ficaram suspensas lá em cima feito uma fumaça congelada no ar. Então 2017, com seu primeiro mês findado e depois de várias, chatas, complexas, desconfortáveis mas abertas conversas, se redimiu. Em meio a uma crise depressiva que há tempos eu não experimentava, o ano pleiteou redenção por seu início liquefeito (ou vaporoso, sei lá). Em meio a uma sensação de desamparo que lentamente se desmancha – graças a Deus – o ano que iniciou há um mês decidiu parar para conversar comigo, que também precisei me redimir.

No Natal eu me arrumei bem bonitinha e 2017 nem olhou para mim, pois ainda estava há alguns dias de distância. Dava para me ver sim, mas ele não quis forçar a vista. Minha culpa também, me comportei mal. Mereci o desdém. Na virada, 2017 me tratou com leve indiferença. Digo ‘leve’ por ter me dado alguma atenção ao vir se aproximando, me ajudando a rever alguns conceitos e me causando um tanto de contentamento. Bem de leve. Embora estivesse entediado o suficiente para não curtir Frank Sinatra comigo, precisava manter as aparências e ao menos tentar interagir, pois estava chegando naquele exato momento. Precisava ser minimamente simpático, já que os fogos de artifício que zuniam e coloriam os céus das cidades eram para ele.

Aliás, não vi os fogos simplesmente por causa da divisão. Precisávamos nos dividir. Não sobrou espaço nem tempo para os fogos de artifício, e eu realmente queria ver os fogos, porque eu amo fogos de artifício, apesar de sentir dó dos cãezinhos. Não vi queima de fogos, mas quebra de copos, o que também foi divertido e interessante. Mas eu queria fogos também. Tudo bem! Quem sabe na próxima passagem de ano. As divisões que me fizeram perder meus amados fogos coloridos no céu foram várias – uns quatro lugares para saudar 2017. Para dizer Olá ao ano que chega, a etiqueta (sei lá de quem ou de onde) diz que precisamos sair cumprimentando e dando as caras para o máximo possível de pessoas amadas. Empolgante, sociável, animador, mas cansativo.

E sempre foi assim. Em quase todas as passagens de ano me dividi, e a cada ano noto que tenho me dividido mais e mais. Considerando que eu esteja ficando um tantinho mais velha e levemente mais louca – nem por isso mais burra, eu espero –  não quero mais me dividir em demasia ou acima de minhas forças ao receber novos anos, novas oportunidades, novos estudos, novos trabalhos e talvez novas pessoas. Sim, inevitavelmente sempre precisarei me dividir até certo ponto. Preciso tentar mais do novo, pois estou enfadada de mais do mesmo. Porém, são muitas situações para dar conta, muitas pessoas para ser e muitas coisas para conseguir. Divisões demais e às vezes sem fogos de artifício para me alegrar. Vou me dividindo, mas se ocorrer de meu cérebro começar a correr perigo, as pessoas, as oportunidades, os trabalhos, os estudos etc vão precisar esperar.

Se nem o Criador do universo me impõe carga maior do que consigo  levar, que direito as coisas velhas ou novas tem de querer fazer isso? Que direito eu tenho de fazer isso comigo mesma? Não, não vou deixar! Se é para me dividir que venham fogos para eu aplaudir. Já faz um mês que 2017 chegou, mas só agora eu me sinto segura para dizer que se tudo o que eu estiver construindo começar a se desfazer, escorrer entre os dedos ou evaporar, vou tentar permanecer com o que me for suficiente, nem mais e nem menos, pois o suficiente não se esvai. Agora estou segura para abraçar o ano. Então vem 2017! Vem com o que me basta para eu conseguir ser quem eu sou. Vem com aquilo que eu consigo dar conta e, acima de tudo, vem para glória de Deus, pois mais do que qualquer coisa é a graça dEle que me sustenta e me é suficiente.

Tomislav Pinter | Dreamstime.com

Tomislav Pinter | Dreamstime.com

“E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra;.” II Coríntios 9:8

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A guilhotina da estabilidade

Tanto tempo sem escrever! Ou a vida ordinária muito me absorveu que precisei ficar mais normal do que louca, ou estou tão louca que fiquei estável demais. A estabilidade me capacita a conviver, a sociabilizar, a estudar e fazer boa parte das coisas que as gentes do mundo fazem ou desejam. Mas ser mais louca do que normal ou oscilar entre uma condição e outra com frequência é tão mais criativo! Fazer o quê? Preciso fazer algo além de escrever, pois neste país escrever não paga as contas. Quero realizar o antigo desejo de ser psicóloga, mas para isso preciso estudar, e estudar demanda estabilidade mental.

Pois bem! A estabilidade é necessária para o bom andamento do cotidiano e desejada para findar o sofrimento, mas se tornou a lâmina que decepa a cabeça da criatividade. Para funcionar na sociedade pós-moderna é preciso ser normal nos moldes que ela determina. E esta tal normalidade está me castrando. Gosto de não sentir um apocalipse mental, gosto de não sofrer terrivelmente de um mal invisível, gosto de conseguir me levantar e fazer algo diferente de quebrar tudo dentro de casa ou me arrastar por 4 dias sem tomar banho, só não gosto muito dessa falta de emoção nas coisas. Antigamente eu era misturada à doidice, mas tinha um parque de diversões dentro de mim.

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O que eu poderia fazer para ter de volta minhas borboletas na cabeça e minhas estrelas cadentes da madrugada seria abraçar um pouco mais a loucura. Só o suficiente para produzir algo além de trabalhos acadêmicos e anotações para seminários e provas. Mas como fazê-lo sem perder o controle? Tocar a insanidade de leve é coisa que inevitavelmente tenho feito, mas além de não ser suficiente para tirar a criatividade da guilhotina, me obriga a escolher entre trabalho e faculdade. E tem sido muito difícil, porque ou se canta ou se assobia. Esses tempos o trabalho vem perdendo. Nunca pensei que fosse dizer isso com sentimento de falta ou saudosismo, mas no momento não há espaço na minha vida para enlouquecer e deixar minha mente se libertar, voar e brilhar. No contexto atual da minha vida, as borboletas estão presas e as estrelas cadentes não passam de pedras opacas.

“…mas tu és o meu refúgio forte”. Salmos 71:7 b

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(…)

“(…) Eu amanheço, eu estremeço, eu enlouqueço (…)

(…) eu me derreto,
eu evaporo e caio em forma de chuva, eu reconheço

Eu me transformo (…)”

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Deus nunca deixou de ser Deus

Cruz

Seja o que for
que tenha ocorrido,
por mais brutal e doloroso
que tenha sido,
Deus não deixou de ser Deus
e não é homem para que minta.
Se Ele promete
vida com abundância e cura para as feridas,
abundância de vida viveremos
e cura das feridas é o que teremos.

É uma cruz/ é um Ballet /é um bailado de dedo quebrado /não… de pé esfolado/ é um dinheiro devido…É MEU DINHEIRO BANDIDO/ é uma motoca/ pra voar baixo/ é uma criança assustada/ não… anestesiada/paralisada/muda de medo/ o medo da muda/ é a doença de pele/ criança vai na pele/ é doença de garganta/ criança vai na garganta/ é unha roída/ criança vai na unha/ é um monstro/ outro monstro/ é uma monstra/ mais um monstro/ É UMA CRUZ VAZIA/ é uma mãe/ é nem aí/ é um trabalho/ é um “tchau”/ é um “já volto”/ é nem aí/ é dorme aqui/ nem aí/ é dorme ali/ NEM AÍ/ é parente/ “fica aí”/ é sente só/ sente-se só/ só sente só sente/ e sente sente sente/ 😥 /é vive só aqui/ é só vive ali/ é VOLTA PRA CASA/ tem nem pra onde ir/ é trabalho/trabalho/trabalho/trabalho/traBAAAALHOOO/ é faculdade/ mais faculdade/ e mais faculdade/ e outra faculdade/ mas tranca aqui/ se arrasta ali/ desiste cá/ termina lá (pra que terminar lá?)/ é vem cá vem cá/ psicolouca/ vem cá vem cá/ deixa eu te amar/ psicolouca/ é aula/ é a aula/ trabalho artigo prova aula seminário/ e o outro trabalho/é a “histeria”/ no mais profundo do meu ser?/ TU SENTE O QUE???/ VEM CÁ VEM CÁ PSICOLOUCAAAA/ é o pânico/ no fundo da tua alma/ SENTE O QUE?/ nada falta/ nada falta/é depressão/ é euforia/ É A CRUZ PESADA/ é o futuro/ é a dormência/ é o presente/ é a demência/ é o amor/ é a carência /é a carência de ar/ tu tens que estudar/ se não vai ser só LOUCA e não PSICOLOUCA/ louca não/ MEU DEUS/ OLHA DO CÉU/ arruma aqui/ arruma ali/ a demência/ tira tira/ o remédio/ tira tira/ a saúde/ ME DÁ! ME DÁ! ME DÁ! ME DÁÁÁÁÁ!!!!/ não dá!

Tá bom então/ Amém/ essa vida viveremos/ e essa cura
cuidado teremos/ vai ficar tudo bem/ é zolpidem/
DEUS NÃO DEIXOU DE SER DEUS/
É A CRUZ VAZIA/
vai ficar tudo bem.

“O que digo, não o digo segundo o Senhor, mas como por loucura” II Coríntios 11:17 a

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Roupa, terra e cinza

Em vários relatos bíblicos observam-se pessoas em momentos de intenso sofrimento rasgando as roupas, jogando terra sobre a cabeça ou sentando no meio das cinzas. Essas atitudes representam dor, especialmente em situação de luto. Por aqui se eu rasgasse as vestes ficaria nua e não significaria nada além de atentado ao pudor ou loucura. Se jogasse terra sobre a cabeça me sujaria toda e também não significaria nada além de uma mulher louca brincando com barro feito criança. Sentar no meio da cinza tampouco significaria algo. Demandaria cinza e acender uma fogueira na entrada do prédio é inviável. Costumes da nação escolhida por Deus não significam muito na minha cultura. Não querer cumprimentar as pessoas, não ter estímulo interno para sorrir, não conseguir sair de casa, ser incapaz de cumprir com as obrigações, chorar facilmente etc, isso sim significa algo por estas bandas. Quem está de luto pela morte de seu bem-estar pode se entender, entender o sentido deste luto, ou não.

A crise depressiva é uma pequena morte. A morte do sono ou do estado de alerta, a morte da disposição, a morte dos sorrisos, a morte do vigor, a morte do apetite. Esta minha morte é temporária. Vou renascer daqui uns dias ou semanas. Até lá, alguns pensamentos precisam ter suas vestes rasgadas para serem analisados intimamente. Até lá, algumas obrigações serão lançadas ao ar, bem como algumas boas oportunidades. Até lá, que eu possa, por favor, ficar quietinha no meio das cinzas, me poupar de sorrir a todos, escolher se quero abraçar ou me afastar de abraçar, me alimentar quando der, dormir quando conseguir, fazer o que puder com a disposição que eu tiver. Que eu possa investir o vigor que me resta na compreensão dessa pequena morte e na vivência desse luto. Entender o sentido da morte do bem-estar é um passo importante para ressuscitá-lo. Vivenciar o luto é a única forma de vencê-lo. Ninguém sai de uma sala onde não entrou. No caso do luto, não se pode entrar e sair pela mesma porta, é preciso atravessar toda a extensão da sala escura. Entrei em crise e certamente vou sair. Até lá, muita paciência e poucas pressões de mim para mim mesma.

porta abrindo

“O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela.” I Samuel 2:6

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Corrida, felicidade e vida

Viva e feliz! Apesar da crise, apesar do cansaço, apesar da cara, apesar de tudo. Pois a felicidade é um estado permanente que independe das mazelas temporárias da nossa existência, como surtos, cansaço, agressividade, desânimo ou abatimento. Aliás, o bom e o ruim fazem parte da plenitude da vida. Felicidade não é necessariamente cruzar a linha de chegada das conquistas pessoais ou o ato de subir ao pódio com seus metais preciosos pendurados ao pescoço. Felicidade é a carreira veloz, ou a marcha moderada, ou a lenta caminhada. Felicidade é muito mais o caminho sendo percorrido do que o local onde se chega.

Estar vivo e ser feliz é o “ir” e não obrigatoriamente o “chegar”. Onde está o pódio em que as pessoas querem subir? Quais são os louros que cada um deseja? Se eu receber meus louros, vou depositá-los aos pés dAquele que merece o mais alto degrau em todos os pódios. Ainda que eu tenha que parar para descansar de vez em quando, ainda que eu caia e precise me tratar, ainda que um obstáculo me atrase, continuo indo. E vou na velocidade de caminhada, marcha ou carreira que me for permitida pelas minhas capacidades e limitações. E há tanta vida e tanta beleza pelo caminho, que os louros são apenas detalhe e consequência de um trajeto feito com paciência, cuidado e dedicação ao aprendizado. Um trajeto cheio de felicidade, apesar de tudo.

“Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Filipenses 3:14

“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira.” Atos 20:24 a

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Meu Castelo

Já vi escrito em vários lugares a frase “Guardo todas as pedras do meu caminho. Com elas construirei meu castelo“. Sinto pelos que precisam guardar as pedras que encontram pelo caminho de suas vidas para que possam, um dia quem sabe, erguer um castelo. Quantas pedras serão necessárias juntar para construir um castelo decente? Que castelo será esse? Qual o seu tamanho? Sobre qual alicerce será erguido? Será como uma fortaleza ou como aqueles que fazemos (ou tentamos fazer) com a areia da praia? Em tempos de guerra precisamos de uma fortaleza bem construída, segura, com muralhas firmes, portões resistentes e fundamentada sobre rochas. Em tempos furiosos como os que estamos vivendo, nos quais chamam o certo de errado e o errado de certo, nos quais a relativização da moralidade já está passando dos limites suportáveis, precisamos desesperadamente de refúgio. Será que conseguimos sozinhos, com quaisquer pedras, construir castelos confiáveis para nós mesmos?

Com olhos marejados e nó na garganta escrevo. Lágrimas e engasgo pelo muito desprezo que vejo aos alicerces mais firmes, pelo total repúdio às fortalezas que podem nos abrigar da desgraça, pela cruel zombaria contra o que há de mais seguro e certo no universo. Desde a existência dos seres viventes, celestiais e terrenos, aliás, desde uma eternidade até a próxima eternidade há uma Fortaleza já construída, um Castelo que não se abala, um Castelo que não é prisão, é proteção contra as flechas que zunem no ar e espadas que tinem lá fora. Deus, que segurança podem ter os seres viventes fora do Teu abrigo? Os cegos que julgam ver claramente, os seres sem afeição que se consideram tolerantes, amantes de si mesmos e não do próximo como tentam convencer a si próprios e aos demais humanos. Aliás, humanos? Que humanidade há por aí? Seres humanos atualmente praticam atos dignos de demônios – assassinar bebês indefesos, por exemplo.

Na verdade me parece que os demônios já são aprendizes de uns que se intitulam humanos, tamanha tem sido a sanha pelo mal que estes tem demonstrado. Ao serem confrontados com sua própria perversão de alma e com seu próprio egoísmo, muitos se debulham em justificativas. Serem donos(as) de si mesmos(as) é o argumento mais utilizado por quem se vê de cara com seu pecado. Para não terem que assumir “Eu sou perverso(a)!”, “Eu sou assassino(a)!”, “Se eu quiser matar, eu mato!”, filosofam sobre a afirmação de seus corações enganosos: “Eu sou dono(a) de mim mesmo(a), portanto tenho o direito de fazer o que eu bem entender!“. Constroem seus castelos filosóficos cheios de ódio mascarado de alguns direitos humanos. O direito à vida, por exemplo, assiste aos vivos e já paridos. Porém, de acordo com a conveniência, não pode servir aos humanos que só não foram paridos ainda, mas que já estão vivos. Incoerência pouca é bobagem.

Em tempos de seres que já nem sei o que são, tempos em que não poucos constroem castelos de areia sobre mais areia, só posso ser grata por ter uma fortaleza, A Fortaleza. O meu Castelo Forte para o qual eu posso correr, onde posso me refugiar, e onde certamente há uma mesa posta para mim. Martinho Lutero, em tempos furiosos e de perseguição a tudo o que é de Deus, se refugiou em um castelo para escapar da morte da qual estava jurado. Ele bem soube o que é a angústia e o sofrimento de ver quem se ama sendo vilipendiado, desprezado, escarnecido. Ele bem sabia que a perseguição não era a ele, mas ao Criador dele. Do meio da tristeza, das lágrimas, mas também da esperança, surgiu um dos mais belos louvores, que até hoje tem sido entoado em várias versões e em diversos idiomas por aqueles que amam a Deus e que aceitam Seu refúgio seguro. Nem o nó na garganta que a podridão do mundo tem me causado esses dias podem me impedir de cantar em gratidão pelo meu Castelo eterno.

 

Castelo Forte
Por Martinho Lutero (letra original traduzida do alemão)

Uma poderosa fortaleza é o nosso Deus/ Boa defesa e armas de ataque;
Ele nos ajuda a libertar de toda a angústia/ Que a nós tem agora afetado.
O velho inimigo, o mal/ Agora significa desgraça mortal,
Ele tem poder grande e é muito esperto/ Sua defesa é cruel,
Na Terra não há igual.

Com o nosso poder nada pode ser feito/ Estamos muito perto de perder;
Mas há um Homem certo para esta disputa/ A quem o próprio Deus elegeu.
Pergunta você: “Quem é este?”/ Seu nome é Jesus Cristo,
O Senhor dos Exércitos/ E não há nenhum outro Deus,
Ele manterá o campo.

E Se o mundo estiver cheio de demônios/ Que nos querem devorar,
Não tenhamos, portanto, tanto medo/ Teremos sucesso ainda.
O príncipe deste mundo/ Quão terrível se faz,
Porém ele não poderá fazer nada/ Pois já está julgado,
E uma pequena palavra pode derrubá-lo.

A Palavra ainda ficará/ Permaneçamos grato por ela;
E Ele estará a vontade sobre a situação/ Com Seus dons e o Espírito.
Que levem o nosso corpo/ Os bens, a fama, crianças e esposa;
Pois embora tudo isso vá/ Eles não têm nada a ganhar,
Mas o Reino será nosso.

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” Gálatas 6:7

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